Archive for the ‘Programação’ Category

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Compartilhando o Workspace do Eclipse?

junho 18, 2008

Sim, é possível!!!!
Não é seguro coisíssima nenhumíssima. Massssss pode vir a ser necessário como foi o caso aqui na empresa!! Estamos mudando uma série de coisas e no meio da história toda, precisamos compartilhar o workspace do Eclipse. Tudo pronto, configurado, rodando contente na máquina de Zé [meu chefe direto], fizemos uma má descoberta: O Eclipse trava o workspace, ou seja, apenas um usuário pode utilizá-lo por vez.

Saímos catando feito uns doidos na net e sofremos pra achar uma única referência que nos salvasse. Motivo? É completamente desaconselhável fazer isso! Consistência dos dados lembra? Assim sendo, resolvemos tentar pra ver o bode que ia dar. ^^ Confesso que fiquei triste com o fato de não haver referência a essa solução. Ela é insegura mas conhecimento é conhecimento!! A galera dos fóruns simplesmente lasca um “VAI INSTALAR UM CVS” sem nem ao menos falar que existe um treco mas que ele não presta e assim sendo instale um CVS. [To desconfiada que esse meu ressentimento é tê-pê-êmico >.<]

Enfim, sem mais delongas, eis a gambiarra do dia [achei aqui]:

Abra eclipse/configuration/config.ini e adicione a linha osgi.locking=none.

Boa dor de cabeça pra você também! ehehehe

PS: Pirráia!! Peixinha do coração! Bem vinda de volta!!! =*

by cel.j

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Tirando o atraso

outubro 11, 2007

Aiai…

Tem um mói de post pendente..
Comecemos entao!

Semestre passado tivemos uma cadeira (não me lembro o nome pra variar ¬¬) que paguei junto com a peixinha. Pro projeto final fizemos um zipador em paitú com gtk!

Comecamos a enfrentar problemas logo de cara!
Os computadores da nossa sala de aula rodam windows e nós não temos acesso á senha de admin das maquinas… Pra complicar aqui não existe um help desk de fato. Como fazer para configurar nosso sisteminha do mal?

Foi aí que Marcelo Lira nos socorreu com o Portable Python!!
Isso mesmo senhoras e senhores!! Um ambiente python, com o Scite [um editor simpatico codado em lua criado unicamente pra testar/mostrar uma code engine chamada Scintilla] e com coisas como o Django e o SQLite, prontinho pra baixar [14 mb] e pra dezipar [35 mb]. Pronto! Ta funcionando! =)

No caso da gente o projeto exigia GTK…
Entao ainda tivemos que fazer uma serie de configuracoes e talz.
Posto isso em breve, agora to atrasada!!!
=*

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Roda, roda, roda que a IDE é um sonho que vai compilaaaarrr

outubro 5, 2007

Pois bem, assumindo a máxima: “não pergunta que eu respondo” e para deixar meu legado por aí, caso eu tenha um troço e vá “estudar geologia nos campos celestes”, resolvi postar como se compila algo em C + GTK no terminal. Mastigadinho para quem está começando.
Vai ter que ter na sua máquina(opa, lembrando que eu estou falando de GNU/LINUX em Debian):
– GTK, óbvio
– O famoso pacote build-essential (vai instalar gcc e um monte de coisa necessária para começo da brincadeira, mas se você já tem o negócio pronto, falo o gcc, não precisa do build-essential)
– pkg-config (ele vai dizer ao gcc onde se “esconde” o gtk – na verdade não só o gtk, ele é um dedo-duro no sistema hehehehe… ele retorna informações sobre bibliotecas instaladas)

Agora o legal é saber se seu sistema já tem isso, ou exatamente o que você vai precisar. Execute
dpkg -l | less

Digite
/o que você vai procurar

Tipo
/pkg-config

Aperte o “n” do teclado para mostrar a próxima ocorrência.

Para sair
q
(de quit)

Depois de tudo ok, vamos testar com um programinha básico. Para não imitar todo mundo, vamos fazer um “Pira, pirá, pirô”, ao invés de “Alô Mundo”. Uma documentação que eu gosto é a da GNOME.

#include <gtk/gtk.h>

int main(int argc, char **argv)
{
GtkWidget *janelinha_bonitinha;
gtk_init(&argc, &argv);
janelinha_bonitinha = gtk_window_new(GTK_WINDOW_TOPLEVEL);
gtk_window_set_title(GTK_WINDOW (janelinha_bonitinha), “Pira, pirá, pirô”);
gtk_window_set_default_size(GTK_WINDOW(janelinha_bonitinha), 300,200);
gtk_widget_show(janelinha_bonitinha);
gtk_main();
return 0;
}

O comando para compilação é:
gcc -Wall -g teste.c -o teste `pkg-config – -cflags – -libs gtk+-2.0`

O ` é crase mesmo, não é aspa simples não.

Depois é só executar
./teste

e ver uma janelinha assim:

exemplo.png

Você pode saber se o pkg-config está pegando se executá-lo sem ser pelo gcc. A saída é algo parecido:
dea@biu-debian:~$ pkg-config –cflags –libs gtk+-2.0
-I/usr/include/gtk-2.0 -I/usr/lib/gtk-2.0/include -I/usr/include/atk-1.0 -I/usr/include/cairo -I/usr/include/pango-1.0 -I/usr/include/glib-2.0 -I/usr/lib/glib-2.0/include -lgtk-x11-2.0 -lgdk-x11-2.0 -latk-1.0 -lgdk_pixbuf-2.0 -lm -lpangocairo-1.0 -lfontconfig -lXext -lXrender -lXinerama -lXi -lXrandr -lXcursor -lXfixes -lpango-1.0 -lcairo -lX11 -lgobject-2.0 -lgmodule-2.0 -ldl -lglib-2.0

Bem… acho que dá para começar.

peixebeta

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Algumas Ferramentas

setembro 17, 2007

No início era o vazio… Depois veio a interface gráfica e então biu(meu computador) pode conhecer algumas ferramentas de desenvolvimento no Linux. Entre as IDEs que mais gosto estão a SCITE(se bem que o propósito deste é ser editor de texto mesmo) e a ANJUTA.
As duas para funcionar, claro, e também dependendo da linguagem, tem que antes instalar gcc, pacotes cli, g++, make, python, ruby e por aí vai… Você que faz o cardápio de linguagens.
O Scite , que ainda é pouco conhecido, é bastante simples e minhas primeiras linhas de Ruby foram com ele. Tem um autocomplete bem simples e estilo de realce(inclusive para C#) de acordo com a linguagem selecionada a se trabalhar. Mostra número de linhas, compila e roda seus programinhas e mostra mensagens de compilação, execução e erro. Abaixo um print-screen do Scite:
scite
O Anjuta é um projeto mais elaborado. Oferece um terminal do sistema(gnome-terminal) e integração com CVS, que é coisa vital para quem programa devido às inúmeras versões de um mesmo criadas. Além de: estilo de realce, mostrar número de linhas, depurador, autocomplete, janela de projeto, zoom, permite edição dos comandos para compilação do código, editor de fonte… Abaixo um print-screen do Anjuta.
Anjuta
Ainda andei dando uma olhada no IDLE , IDE Python feita em Tkinter, que fornece um Shell Python. Bastante simples e leve. O que achei mais legal nele foi a opção “Open Module…” por onde se abre o código do módulo(os, zipfile, codecs…).
tkinter.png

Bem, ferramentas para desenvolvimento existem, esses são apenas alguns exemplos das ferramentas já existentes e disponíveis para Linux. Não são projetos perfeitos, mesmo porque estarão sempre em evolução, porém são exemplos de que para desenvolver em plataforma livre, não precisa ser rei de linha de comando, nem ter um curso de 6 meses numa escola especializada. Muito ao contrário, são bastante intuitivas e para começar basta instalar!

=*