É bom ter amigos para fazerem alguns teste para nós, como esse aqui:
teste(){teste | teste & }; teste
Pedi para alguns amigos testarem o código acima pelo terminal do Linux:
- Ô fulano, testa esse código para mim, por favor – Falei.
- OK – Falou a vítima.
- Olha, não executa isso em servidor não, e salva as tuas coisas – Fui boazinha que avisei.
- E tu me avisa agora?? – Foi ingrato de não me agradecer(é certo que depois que executa é um pouco tarde).
Depois a pessoa ficava off-line, porque travava e tinha que reiniciar a máquina =D
O nome da brincadeira é fork-bomb e não perdoa. É uma forma de ataque para negação de serviço, onde um processo é criado, criando outro e outro e outro… em um loop infinito até que a máquina fique saturada de processos e então trave de um jeito que só resetando mesmo.
Com Windows a gente também pode brincar. Escreve no Notepad:
:s
start %0
goto s
Salva como “.bat” e executa. Pronto! ele vai abrir um monte de janelas do prompt e depois travar
=D
No Linux tem como se precaver disso. Através do ulimit pode-se reduzir a quantidade de processos em execução:
$ ulimit -u [numero_máximo_de_processos]
Ou então dar uma olhada no /etc/security/limits.conf e editar algumas coisinhas.
Ainda brinquei mais pelo instant messenger e também por e-mail. Não sei porque as pessoas ficavam off-line hehehehehehehehhe
Apesar de ter sido uma experiência legal(para mim) não dá para ficar dando uma de engenheira social por aí. Vá que alguém esteja, por exemplo, digitando algo importantíssimo como um e-mail com o planejamento da dominação do planeta? Eu entraria no topo da lista de pessoas a serem exterminadas! Não quero isso não. Ainda tenho outras coisa para pedir para testarem pra mim =D

